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O que é PDUFA?

O que é PDUFA?


A PDUFA - Prescription Drug User Fee Act - Lei de Taxas de Utilização de Medicamentos de Prescrição - foi criada pelo Congresso em 1992 e autoriza o FDA a cobrar taxas de empresas que produzem certos medicamentos e produtos biológicos. Desde a aprovação da PDUFA, as taxas de utilização têm desempenhado um papel importante na aceleração do processo de aprovação de medicamentos.

A PDUFA deve ser reautorizada de cinco em cinco anos e renovada em 1997 (PDUFA II), 2002 (PDUFA III), 2007 (PDUFA IV) e 2012 (PDUFA V). Em 9 de julho de 2012, o Presidente assinou a FDASIA - Food and Drug Administration Safety and Innovation Act - Lei de Segurança e Inovação da Administração de Alimentos e Medicamentos, que incluiu a reautorização da PDUFA até setembro de 2017. A PDUFA V prevê a revisão oportuna de novos medicamentos e aplicações da licença biológica.






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O que é CHF?

O que é CHF?


O Franco Suíço é a quinta moeda mais negociada no mercado cambial, já que muitas instituições e pessoas negociam o CHF. As pessoas também chamam o CHF de Stutz, Stei, Eier (suíço), balle para menos de um CHF e thune, que é igual a 5 Francos.




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Qual é a Diferença entre Shoppers e Consumidores?

Qual é a Diferença entre Shoppers e Consumidores?


A palavra shopper refere-se ao estado de espírito da pessoa que vai comprar algo. Mas qual é a diferença entre um shopper e um consumidor? A palavra Shopper vem do inglês e significa comprador, fazer compras, este é o significado literal da palavra no dicionário.

Consumidor é aquele que exerce o papel no ato do consumo de determinado produto, enquanto shopper é o papel exercido pela pessoa que compra o mesmo produto. Observe que o papel de consumidor e do shopper podem ser exercidos pela mesma pessoa. Ou seja, quando a esposa compra um desodorante para seu marido,ela exerce o papel de shopper enquanto ele exerce o papel de consumidor.

Mas quando ela compra o mesmo produto para ela, ela é, ao mesmo tempo, o consumidor e o shopper. Entender esses diferentes momentos são muito importantes para que o empresário possa traçar estratégias de sucesso no varejo. O shopper, então, é a pessoa que avalia, durante o ato da compra, onde, como e o que comprar. O gestor precisa colocar-se no lugar do cliente e entender o que ele deseja

De maneira geral, o ato da compra é racional?

Muitos acham que o ato de comprar é um ato racional, mas se enganam. A emoção é a responsável pela compra de itens de desejo, não só dos itens de necessidade. Para isso, o empresário pode utilizar pesquisas formais feitas por meio de institutos, pesquisas caseiras ou simplesmente observação. Os shoppers geralmente dizem o que querem, mas as empresas nem sempre os escutam. O momento da compra pode ser um momento de estresse para os shoppers, pois o varejo nem sempre está estruturado de uma maneira lógica, organizada sob seu ponto de vista, com comunicação eficiente e sortimento adequado.

Além disso, o tempo hoje exerce um fator primordial na experiência de compra do shopper. É muito importante que o empresário entenda todos esses fatores – racionais, emocionais e psicológicos – envolvidos no momento da compra, para que possa atender a esse cliente de uma maneira melhor.

Observa-se hoje um excesso de oferta no varejo. Em que isso pode afetar o micro e pequeno negócio?

O excesso de oferta produz clientes mais exigentes. Se o varejo não atende às suas expectativas, a troca por outro varejo é muito fácil. Hoje o cliente pode escolher tudo: o que, onde, qual serviço utilizar. O empreendedor deve entender que o grande desafio não é o preço, mas o potencial de estar mais próximo do seu cliente, que busca um serviço diferenciado.

Como o micro e pequeno negócio de varejo deve se preparar para atender a essa clientela mais exigente?

É preciso uma gestão baseada no ponto de vista do cliente. A estratégia deve ser desenhada com um olhar de fora para dentro do negócio, com base na visão do cliente. Em um ambiente totalmente competitivo, com excesso de ofertas, ganha quem melhor entende, atende e supera as expectativas do cliente. E, para isso, é preciso saber o que ele espera e deseja. É fundamental ter os olhos e ouvidos atentos para compreendê-lo, atendê-lo e surpreendê-lo. É preciso lembrar que lucratividade não pode ser um meio, tem que ser um fim.




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O que é um Shopper Marketing?

O que é um Shopper Marketing?

O Shopper Marketing está interessado em compreender como o comprador age, não como o consumidor pensa. O Marketing tradicional está focado no consumidor, aquele que adquire mercadorias, riquezas e serviços, normalmente para uso próprio ou para sua família.

Shopper Marketing é um neologismo que procura juntar a ciência do Marketing (no caso do Trade Marketing) com os conhecimentos recentes sobre o comportamento do shopper dentro dos pontos-de-venda. Não existem ainda estudos mais definitivos sobre o comportamento dos compradores diante de um ponto-de-venda remoto.

Shopper Marketing não entra em conflito com qualquer outra ferramenta do Marketing, estuda os compradores antes de se lançar um programa de comunicação no ponto-de-venda. O seu grande objetivo é descobrir como se comunicar da forma mais eficiente com uma pessoa que está em movimento, com 85% do seu cérebro ajustado no módulo automático, e ainda ser fiel aos princípios já elaborados de uma marca: posicionamento, branding, mensagem publicitária, promoção, atendimento, relacionamento humano etc.

Shopper Marketing precisa ser bastante simples e eficaz porque o comprador está em um transe dinâmico. Quanto mais complexa for a mensagem, mais dispersa e indiferente será a reação do comprador. Elas precisam ser simples, diretas, transparentes, autênticas, informativas, significativas, sustentáveis e únicas para atender as necessidades, desejos e sonhos dos compradores. O Shopper Marketing foi criado para atender aos compradores, não para confundi-los.

O ponto-de-venda precisa ser reinventado, adaptado às novas realidades dos clientes, das marcas, dos lojistas e principalmente dos shoppers, essas pessoas que insistem em se satisfazer, comprando.

Sempre é bom saber das novidades e o que nossos pensadores estão elaborando de novas técnicas nesse mundo cada vez mais competitivo. Usar ou não usar depende muito de critério pessoal e, como diriam nossos avós: são outros quinhentos.


Objetivo:

Proporcionar as bases para o entendimento do shopper e seu comportamento de compra, ampliar a visão estratégica sobre os aspectos que incluem a atuação dos produtos no seu ambiente, bem como desenvolver um olhar aprimorado para a busca de shopper insights, utilizar ações de marketing orientadas para o shopper.

Público:

Profissionais que atuam na indústria de consumo e em empresas de varejo, nas áreas de marketing, vendas, trade marketing, merchandising, gerenciamento por categorias e pesquisa de mercado, além de demais interessados em compreender o que as pessoas pensam e como agem no momento da compra.




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Sell in vs. Sell out

Sell in vs. Sell out

Por mais que você tenha um produto ou serviço e seu o foco seja vendê-los aos varejistas, quem de fato irá comprá-los e consumi-los é o cliente final. Portanto, saber trabalhar bem o Sell in e o Sell out é essencial para que as vendas prosperem.

Por mais que você tenha um produto ou serviço e seu o foco seja vendê-los aos varejistas, quem de fato irá comprá-los e consumi-los é o cliente final. Portanto, saber trabalhar bem o Sell in e o Sell out é essencial para que as vendas prosperem.

É claro que isso pode ser um pouco difícil de explicar ao vendedor, sempre concentrado em fechar negócio com um novo cliente e bater a sua meta. Contudo, ele precisa ter em mente as necessidades de ambos.

Por mais que seja fundamental explicar quais são as vantagens e benefícios que um produto ou serviço pode oferecer, não se pode perder de vista a maneira como o cliente final irá utilizá-los, pois essa é a linha de chegada de todo e qualquer processo de venda. Para que os dois conceitos fiquem claros, confira abaixo a explicação de cada um.

Sell in: a venda feita ao cliente varejista
O Sell in é a venda é feita àquele que disponibilizará os produtos ou serviços aos consumidores finais. Para que ela ocorra, é preciso que o comprador entenda muito bem todas as suas características: embalagem, preço, manuseio e as vantagens que o produto trará ao PDV (ponto de venda) dele.

Sell out: a venda feita ao cliente final
Para que a venda aconteça, não basta somente disponibilizá-la, mas, sobretudo, ofertá-la adequadamente. Para isso, dessa vez, o cliente final é quem deve ver as vantagens do produto ou serviço quando for consumi-lo.

Para colocar em prática as ações e expor melhor os seus produtos no PDV, é necessário pensar no que o cliente gostaria de receber em primeiro lugar. Talvez uma promoção de “leve 3, pague 2” ou quem sabe uma experiência única que lhe traga bons momentos e memórias associadas à marca.

Em suma, o bom vendedor tem um desafio duplo: convencer o seu cliente a comprar e também mostrar como ele poderá fazer a mesma coisa com seu próprio cliente. Logo, é preciso que o objetivo esteja bem alinhado entre ambos para que a medição das ações de Sell out apresentem resultados significativos.

A importância do relacionamento com o cliente para fazer Sell in e Sell out

Como pudemos conferir nos pontos acima, ter uma boa relação com o cliente varejista é necessária para que as vendas tenham sucesso tanto no Sell in quanto no Sell out. Por isso, esteja sempre em contato com o seu cliente e procure saber mais sobre o comportamento e expectativas do consumidor final, pois seu produto precisa corresponder a elas.

O Sell in bem trabalhado pode fortalecer os laços que você tem com os seus clientes. Enquanto o Sell out, pode entregar aos consumidores o diferencial que eles tanto esperam encontrar no seu produto. Até porque, do contrário, eles poderão buscá-lo nos concorrentes.




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O que é um Shopper ?

O que é um Shopper ?

O shopper é a pessoa que realiza uma compra, sendo ela consumidora ou não. Entender como o shopper se comporta na loja, suas atitudes, onde quer investir o seu tempo e gastar sua energia pode ser um guia importante para suportar decisões estratégicas.




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