Computação Cognitiva

Computação Cognitiva



Todos os dias, criamos uma quantidade impressionante de informações: fórmulas, tweets, notas de campo, opiniões jurídicas, fotos, etc. Mas os computadores programáveis do passado não conseguem dar sentido a toda essa informação. Produzimos mais de 2,5 quintilhões de bytes de dados todos os dias, sendo 80% deles desestruturados. Eles são, portanto, invisíveis para a tecnologia atual.

Engajamento Cognitivo
Ao compreender o contexto e os aspectos de personalidade, um negócio cognitivo pode personalizar e aprofundar o envolvimento com cada cliente.

Especialização Cognitiva
Ao confrontar o mais avançado conhecimento disponível e trazê-lo para todos em sua organização, um negócio cognitivo pode elevar seu nível de especialização.

Produtos e Serviços Cognitivos
Através da interação com os clientes, um negócio cognitivo pode criar produtos e oferecer serviços com capacidade de aprender e melhorar cada vez mais.

Exploração e Descoberta Cognitivas
Através de padrões comuns nos conjuntos de dados tradicionais e não estruturados, um negócio cognitivo pode acelerar a pesquisa e diminuir o tempo de colocação no mercado.

Processos e Operações Cognitivos
Ao levantar vastas quantidades de dados estruturados e não estruturados, um negócio cognitivo pode melhorar continuamente seus processos e a tomada de decisão.

Uma luz sobre o Dark Data
Parte do poder da Computação Cognitiva, vem de sua capacidade de "enxergar" e identificar cerca de 80% dos chamados Dados Obscuros, ou Dark Data do mundo atual, que não eram refinados e aproveitados. Este talvez seja o melhor exemplo de aplicação da Computação Cognitiva em Tecnologia da Informação, ou seja, é a extração de informações úteis das massas de dados desestruturados que chamamos de Big Data, vem sendo identificado como Dados Obscuros, ou Dark DataComputação Cognitiva é um sistema que exerce um papel parecido com os olhos que a tecnologia fornece à Medicina e à Economia, para interpretar imagens e dados não estruturados. Talvez interpretando ou identificando a face não apenas de uma pessoa, mas de uma multidão.

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Colocando o CRM - Customer Relationship Management - em Foco

Colocando o CRM - Customer Relationship Management - em Foco



Todos estamos cientes de que o CRM - Customer Relationship Management - é mais do que um sistema eletrônico de tratamento de dados. É uma estratégia de negócios bem estabelecida que recolhe e utiliza informações relevantes em nosso mercado. Como tal, é parte funcional da totalidade da empresa, prestando-se aos interesses estratégicos comerciais de modo integrado.

Um olhar sobre as notícias da indústria mostra que os dados dos clientes e das vendas afetam todos os aspectos do laboratório farmacêutico.

- Como sua empresa usa esses dados ao desenvolver seus produtos e comunicar o seu valor para os clientes? 

- Como se pode causar um impacto significativo no relacionamento com os clientes?

- Será que o CRM corre perigo de tornar-se obsoleto? 

- Tornou-se algo que somente pessoas de vendas sabem usar? 

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O que é Breakeven ?

O que é Breakeven ?



Break-even (lê-se breikíven) é a expressão inglesa para designar um ponto de equilíbrio nos negócios, quando não há perda nem ganho, nem lucro nem prejuízo.

Para o investidor, o break-even é o ponto a partir do qual ele deixa de perder dinheiro e passa a ganhar e equilibrar o capital investido. Deseja-se que nesse ponto não haja ganho nem perdas.

A expressão Break-even Point (BEP) é utilizada em economia e finanças para indicar o ponto de equilíbrio entre as despesas e as receitas de uma empresa. Quando os cálculos indicam que empresa atingiu o ponto de equilíbrio isso significa que os custos e as despesas totais são iguais à receita total, ou seja, a empresa não teve lucro nem prejuízo.

Acima desse ponto, os resultados da empresa serão positivos e indicam lucro, pois todas as despesas são pagas e ainda sobra receita. Por outro lado, se as contas da empresa indicam valores abaixo do ponto de equilíbrio significa que a receita obtida não foi suficiente para pagar custos e despesas, então há prejuízo.

O Break-even Point é uma ferramenta importante para a empresa, pois além de permitir a análise de viabilidade de um negócio, também possibilita o controle dos resultados.





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O que é S&OP ?

O que é S&OP ?





S&OP - Sales and Operation Planning - é um processo de gerenciamento integrado através do qual se atinge, continuamente, o foco e alinhamento entre todas as funções da organização.

S&OP, ou Integration Business Optimization (IBO), tem se tornado cada vez mais popular nas empresas, por ser um processo integral de eventos multidisciplinares, que, com a aplicação de softwares, avalia e resolve questões fundamentais relacionadas a gestão do negócio, repassando as políticas e estratégias funcionais, estrutura organizacional, administração de recursos, gargalos, indicadores de desempenho e resultados empresariais.

A abordagem do processo PDCA recomenda quatro elementos clássicos: Planejar (Plan), Executar (Do), Controlar (Control) e Agir (intervir):

1.Planejamento: É o processo de antecipar-se aos fatos (prever o futuro e conceber caminhos), minimizando surpresas. Este esforço envolve raciocínio estratégico, metodologia, tecnologias de otimização e criatividade para estabelecer um posicionamento inteligente e planos formalizados para aumentar a probabilidade do sucesso, reduzindo os efeitos perversos do Murphy e tornando-o seu aliado. 

2.Execução: Envolve meios de comunicação efetiva entre os colaboradores da empresa na operação, realizando as atividades programadas e registrando todos os fatos que possam ser considerados como relevantes.

3.Controle: Inteligência é a capacidade de perceber diferenças. Assim, seu sistema de gerenciamento precisa ser capaz de rapidamente identificar e notificar desvios importantes. Uma das formas é a utilização de indicadores de desempenho, com metas e intervalos de tolerâncias.


4.Agir: Na abordagem do S&OP agir significa intervir nos processos logísticos cujo desempenho esta fora do esperado, recolocando-os na trilha correta. Algumas vezes basta regular um parâmetro ou conversar com uma pessoa, e em outras pode exigir expressivos investimentos e a implementação de um ou mais projetos.






Seus objetivos são:

Apoiar o planejamento estratégico do negócio através de análises e revisões periódicas, garantindo sua viabilidade e efetividade;

Garantir que os planos operacionais sejam realistas, considerando as inter-relações existentes entre as diversas áreas da empresa;

Gerenciar as mudanças de forma eficaz a partir de postura proativa;

Gerenciar os estoques de produtos finais e/ou carteira de pedidos de forma a garantir bom desempenho de entrega (disponibilidade de produto);

Avaliar o desempenho do processo de planejamento de vendas e estoque, identificando e segregando as atividades que estão fora de controle daquelas que se encontram sob controle;


Desenvolver o trabalho em equipe através da criação de condições para que cada departamento participe do planejamento global da empresa.




















Fundamentos para o S&OP

Sua empresa não está desenvolvendo suas estratégias sem antes definir em consenso o plano estratégico do negócio, não é mesmo? Pois saiba que antes de partir seu processo de S&OP, existem alguns pré-requisitos para o sucesso:

1.Visão empresarial
A concepção da visão e misão da empresa é o primeiro passo, e sua comunicação exige habilidades diferenciadas, tais como inovação e liderança. Precisamos de líderes visionários que direcionem o foco estratégico da empresa, catalisando o consenso de sua comunidade para onde vamos. Este desafio inclui a comunicação desta visão, que deve ser simples e entusiasmante. 

Ultimamente, neste estágio do processo de Planejamento S&OP, temos empregado com sucesso uma novidade: a ferramenta CANVAS, que nos auxilia na arquitetura do modelo de negócios e na identificação de novas oportunidades de mercado.

2.Diagnóstico da situação atual
O reconhecimento da situação atual procura responder a questão “onde estamos?”. Para tanto, o clássico método SWOT se destaca, entre inúmeras metodologias de diagnóstico, graças a sua simplicidade. A abordagem SWOT busca, de forma prospectiva, identificar os pontos fortes (strengths), fracos (weaknesses), oportunidades (opportunities) e ameaças (threats). 

Sempre pragmático - o gestor do S&OP - ao diagnosticar a situação atual, deve procurar identificar “quem são os envolvidos e quais são as suas legítimas necessidades”. Sugerimos relacionar as pessoas e funções, tais como acionistas, diretoria, clientes, marketing, vendas, operações (produção), colaboradores, compras, fornecedores e finanças. Em seguida, relacione seus inputs, processos, recursos, insumos, outputs, sistemas (ISO, GMP, SOx, etc..) e controles relevantes, para organizar os meios para suprir as necessidades requeridas (oferta).

3.Objetivos empresariais
Nos planos estratégicos, aqueles que estabelecem os objetivos empresariais são os principais executivos da empresa. Então, a partir destes objetivos, o gestor do S&OP busca o alinhamento, desdobrando-os em termos táticos. Não há muito mistério quanto aos objetivos, mas é interessante relembrar: Devem ser poucos (focalizando esforços), relevantes (prioritários), quantificados (mensuráveis), realistas (motivadores) e comunicados. 

4.Premissas
São regras declaradas que definem aquilo que pode e aquilo que não pode ser feito, limitando as ações estratégicas. Podem ser princípios éticos (diferenças entre aquilo que se considera certo ou errado), valores empresariais (crenças sobre prioridades da empresa), políticas administrativas e responsabilidades.

Percebendo a importância destas premissas, muitos gestores do S&OP têm ultimamente empreendido projetos cujo propósito é formalizar e comunicar estas políticas entre os envolvidos. Naturalmente, esta infraestrutura organizacional deveria preceder a implementação de qualquer sistema de informações, planejamento e controle, mas você já está imaginando que muitas empresas ainda negligenciam este esforço.

5.Estratégias
A estratégia define o caminho a trilhar e, tão importante quanto, aquilo que não faremos. Portanto, conceber estratégias consiste em responder como iremos atender as demandas eleitas como prioritárias para a empresa. O marketing deve definir quais produtos e/ou serviços serão oferecidos. O que entregamos, e de que forma? Qual o preço e, portanto, qual o custo-alvo?

Daí, o gestor da cadeia de abastecimento começa a arquitetura da “geografia logística” ideal, reconhecendo o terreno através do desenho da malha logística. Como consequência, um posicionamento estratégico começa a ser delineado: Quais nossos pontos de partida, onde atuaremos e quais são os alvos? Onde haverá resistência e onde existem riscos? Onde estaremos instalados e onde alocar os estoques? 

6.Plano de Negócio e Planos Diretores
Aqui começamos a quantificar a complexidade das escolhas e decisões inter-relacionadas. Através dos números (quantidades processadas), detalhamos como a estratégia será de fato implementada, isto é, dimensionamos toda a infraestrutura requerida pelo lado da oferta, para atender o lado da demanda. Dimensionamos os recursos (próprios e/ou terceiros), o modelo de planejamento e controle, as tecnologias empregadas,os meios de comunicação e a arquitetura da informação. Em termos dos profissionais, definimos como pretendemos identificar, reter, desenvolver e gerenciar o capital humano, pois sabemos que sem pessoas competentes nenhum sistema prosperará.


7.Tecnologia da Informação
Além do domínio dos fundamentos enumerados, são requeridas ferramentas efetivas, isto é, soluções informatizadas aderentes à operação de forma prática e ágil, cujo modelo de gestão seja consistente com o processo logístico, com informações relevantes, acuradas e pessoas capazes de explorá-la efetivamente. Como é de conhecimento geral, os softwares de gestão empresarial (transacionais) estão em contínua atualização. No atual estágio, podemos afirmar que estes sistemas de gestão empresarial (Enterprise Resources Planning, ou ERP) já alcançaram um expressivo grau de maturidade e estabilidade. No entanto, julgamos que ainda existe muito a ser desenvolvido nas categorias de soluções de Supply Chain Management (SCM), como pode ser observado, por exemplo, nos sistemas de Business Intelligence (BI) e modelos de Balanced Scorecard (BSC), nos Advanced Planning Systems (APS) e Service & Inventory Optimization (SIO), Supply Chain Execution (SCE), Warehouse Management Systems (WMS), Transportation Management Systems (TMS) e nos conduites de Vendor Management Inventory (VMI) e Colaborative Planning and Forecasting Replishment (CPFR).





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Pontos Altos - EvaluatePharma® World Preview 2015, Outlook to 2020

Pontos Altos - EvaluatePharma® World Preview 2015, Outlook to 2020




Esta oitava edição mundial do EvaluatePharma® reúne muitas análises que podem fornecer insights de alto nível, a partir dos mercados financeiros mundiais, bem como o desempenho esperado da indústria entre 2015 e 2020. Através de uma base de cobertura mundial de 5.000 empresas farmacêuticas e de biotecnológicas, o EvaluatePharma® World Preview 2015 destaca as tendências de vendas por prescrição de medicamentospatentes sob riscogastos com R & Dmarcas globais de venda, além do desempenho do mercado por classe de terapêutica. Além de uma breve revisão da performance de 2014.





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Dicas de Linguagem Corporal

Dicas de Linguagem Corporal



Caso você já se garanta nisso, entender a Linguagem Corporal, sabendo como uma pessoa sente apenas olhando para o rosto dela, talvez esteja na hora de compreender um pouco mais de leitura corporal, que nada mais é do que entender que os gestos e as posições também têm muito a dizer – muito mais, inclusive, do que você possa imaginar. 

Para que você tenha ideia, 55% da informação que uma pessoa repassa quando se comunica vem da linguagem corporal. Incrível não é? Pois saiba que quando a conversa é mais emocional, apenas 7% da informação é passada por palavras – o resto fica por conta do corpo.

Essa coisa de leitura corporal é tão curiosa, que é interessante ressaltar algumas das muitas pesquisas já feitas abordando a temática.

Sabia, por exemplo, que psicopatas conseguem detectar vulnerabilidade apenas analisando a forma como uma pessoa anda? 

Outro estudo sugere que é possível saber o que um político pensa sobre determinado assunto apenas com base em suas mãos. Será?

É normal que esteja se perguntando como é que uma pessoa interpreta a outra por meio da linguagem corporal. Saiba que você deve ficar atento aos sinais inconscientes emitidos por seu interlocutor, sem que ele saiba que está sendo analisado. 

Leia diversas Dicas de Linguagem Corporal nos artigos abaixo:

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Vitrine

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